quarta-feira, 2 de setembro de 2015

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Família, indispensável ao desenvolvimento pessoal e social



 A família, segundo os limites conhecidos e experimentados, como escola de amor exerce na tarefa educativa o primeiro lugar da humanização de cada um e da sociedade, do conhecimento e experiência de Deus, um berço de vida onde a fé é transmitida pelo amor.
Tanto a Igreja Católica como outras instituições civis consideram a família como a primeira sociedade natural, titular de direitos próprios e originários. É fácil constatar o lugar central que é dado à família na vida social. Exclui-la ou deslocá-la desse lugar é correr o sério risco de causar um grave dano ao crescimento do corpo social inteiro.
À luz da Doutrina Social da Igreja, essa instituição “nasce da íntima comunhão de vida e de amor, fundada no matrimónio entre um homem e uma mulher, com dimensão social própria e originária, lugar primário de relações interpessoais, instituição divina colocada como fundamento da vida das pessoas e como molde de todo o ordenamento social”. Cada família é importantíssima para o bom desenvolvimento e crescimento da sociedade, pois gera novos cidadãos que, se bem orientados na experiência indispensável da fé em Deus vão produzindo avanços sociais e preparando a consciência política para que dos nossos governantes saiam leis mais justas de onde possam surgir vidas mais regradas e discursos mais verdadeiros e coerentes... situações imprescindíveis à estabilidade económica e consequente desenvolvimento social e a harmonia, paz e tranquilidade de que tanto necessitamos.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Buscar o Reino de Deus, acima de tudo, na Família!




Desde sempre, mas a levar mais a propósito nesta época do ano e neste e Ano da Fé, buscar o Reino de Deus, além das pessoas consagradas, é uma vocação de todos os cristãos confessos, os Fiéis Leigos! Na vida normal, tratando das coisas temporais, devem ordená-las segundo Jesus Cristo, Deus/Palavra, que nos apresentou e continua a apresentar através da Sua Igreja a verdadeira vontade Deus. Os Fiéis Leigos, como cristãos batizados, são parte integrante da Igreja, chamados a ser fermento da santificação do mundo, orientando toda a sua vida segundo o Evangelho mostrando Jesus Cristo aos outros principalmente com o testemunho da sua própria vida, impregnada de fé, esperança e caridade” (LG 31).
Ainda. Segundo a Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi (n. 73) os leigos podem sentir o chamamento ou ser chamados, segundo a graça e os carismas de cada um, a colaborar com os Párocos nos diferentes ministérios para o crescimento e vitalidade da comunidade eclesial.
Todos os leigos conscientes têm a obrigação de participar ativamente na nova evangelização que leva à promoção humana e da cultura cristã, a começar pelos batizados não evangelizados, e ter em conta também que os jovens mais despertos sejam preparados para evangelizar os jovens, principalmente na catequese e na participação ativa na Comunidade de Fé. Mais do que nunca, é preciso que, a partir da Família e vida Paroquial, sejam obtidas experiências missionárias para poderem trabalhar convenientemente na Comunidade segundo a Fé Cristã que professam. Os jovens têm mais propensão para aproveitar a internet, e a arte, o desporto, música, teatro, canto… e outras atividades, que podem e devem ser aproveitados como espaços essenciais para a nova evangelização.
Depois, há a secularização, que não consegue eliminar a questão religiosa, pois dizem muitas vezes não acreditar em Deus porque não O conhecem, mas buscam-nO pois evocam-no inúmeras vezes e é urgente que lhe seja mostrado o caminho para um encontro profundo com Ele.  
A Fé não deve ter medo de encontrar-se e de se expandir no mundo da ciência e da técnica, pois as três devem andar de mãos dadas tendo o mesmo olhar de Cristo/Deus. O crescei, multiplicai-vos e governai a terra são ordens de Deus à humanidade que, consciente ou inconscientemente, busca incessantemente o transcendente.
Ciência e religião não podem estar em conflito, mas completar-se.