sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Família, indispensável ao desenvolvimento pessoal e social



 A família, segundo os limites conhecidos e experimentados, como escola de amor exerce na tarefa educativa o primeiro lugar da humanização de cada um e da sociedade, do conhecimento e experiência de Deus, um berço de vida onde a fé é transmitida pelo amor.
Tanto a Igreja Católica como outras instituições civis consideram a família como a primeira sociedade natural, titular de direitos próprios e originários. É fácil constatar o lugar central que é dado à família na vida social. Exclui-la ou deslocá-la desse lugar é correr o sério risco de causar um grave dano ao crescimento do corpo social inteiro.
À luz da Doutrina Social da Igreja, essa instituição “nasce da íntima comunhão de vida e de amor, fundada no matrimónio entre um homem e uma mulher, com dimensão social própria e originária, lugar primário de relações interpessoais, instituição divina colocada como fundamento da vida das pessoas e como molde de todo o ordenamento social”. Cada família é importantíssima para o bom desenvolvimento e crescimento da sociedade, pois gera novos cidadãos que, se bem orientados na experiência indispensável da fé em Deus vão produzindo avanços sociais e preparando a consciência política para que dos nossos governantes saiam leis mais justas de onde possam surgir vidas mais regradas e discursos mais verdadeiros e coerentes... situações imprescindíveis à estabilidade económica e consequente desenvolvimento social e a harmonia, paz e tranquilidade de que tanto necessitamos.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Buscar o Reino de Deus, acima de tudo, na Família!




Desde sempre, mas a levar mais a propósito nesta época do ano e neste e Ano da Fé, buscar o Reino de Deus, além das pessoas consagradas, é uma vocação de todos os cristãos confessos, os Fiéis Leigos! Na vida normal, tratando das coisas temporais, devem ordená-las segundo Jesus Cristo, Deus/Palavra, que nos apresentou e continua a apresentar através da Sua Igreja a verdadeira vontade Deus. Os Fiéis Leigos, como cristãos batizados, são parte integrante da Igreja, chamados a ser fermento da santificação do mundo, orientando toda a sua vida segundo o Evangelho mostrando Jesus Cristo aos outros principalmente com o testemunho da sua própria vida, impregnada de fé, esperança e caridade” (LG 31).
Ainda. Segundo a Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi (n. 73) os leigos podem sentir o chamamento ou ser chamados, segundo a graça e os carismas de cada um, a colaborar com os Párocos nos diferentes ministérios para o crescimento e vitalidade da comunidade eclesial.
Todos os leigos conscientes têm a obrigação de participar ativamente na nova evangelização que leva à promoção humana e da cultura cristã, a começar pelos batizados não evangelizados, e ter em conta também que os jovens mais despertos sejam preparados para evangelizar os jovens, principalmente na catequese e na participação ativa na Comunidade de Fé. Mais do que nunca, é preciso que, a partir da Família e vida Paroquial, sejam obtidas experiências missionárias para poderem trabalhar convenientemente na Comunidade segundo a Fé Cristã que professam. Os jovens têm mais propensão para aproveitar a internet, e a arte, o desporto, música, teatro, canto… e outras atividades, que podem e devem ser aproveitados como espaços essenciais para a nova evangelização.
Depois, há a secularização, que não consegue eliminar a questão religiosa, pois dizem muitas vezes não acreditar em Deus porque não O conhecem, mas buscam-nO pois evocam-no inúmeras vezes e é urgente que lhe seja mostrado o caminho para um encontro profundo com Ele.  
A Fé não deve ter medo de encontrar-se e de se expandir no mundo da ciência e da técnica, pois as três devem andar de mãos dadas tendo o mesmo olhar de Cristo/Deus. O crescei, multiplicai-vos e governai a terra são ordens de Deus à humanidade que, consciente ou inconscientemente, busca incessantemente o transcendente.
Ciência e religião não podem estar em conflito, mas completar-se.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Trindade - Família de Deus - Natal


 Nesta época em que foi determinado celebrar a Festa do Natal do Menino Jesus, faz-nos lembrar mais intensamente que á boa maneira do Menino de Belém, todos nós, nascidos numa Família, tivemos o nosso natal, normalmente, lembrado, principalmente entre as crianças e jovens, com festinhas e prendas, cada uma ao seu gosto e conforme o tamanho das carteiras e a dimensão do amor.
Assim, a Família é o lugar onde se faz "natal" e onde, das mais diversas formas, se festeja o natal!
Natal é nascimento para a vida! E sempre que se nasce para uma nova forma de vida, faz-se Natal!
O Natal de Jesus foi muito importante para toda a gente porque foi o início da redenção do Homem! É por isso que um pouco por todo o lado se comemora com muito júbilo esta festa de Natal, que todos os anos nos traz aprendizagens cada vez mais profundas acerca da vida de Jesus!
Neste Ano da Fé, quero debruçar-me a sério sobre a verdadeira Fé neste Menino, membro da Família Trinitária de Deus, a Trindade, em que o incomensurável, infinitamente misericordioso e incompreensível  Amor de Deus Pai com o Filho Jesus geram o Espírito Santo, o AMOR por excelência! 
Um enorme mistério que, por ser mistério, nunca será por nós compreendido nesta dimensão da vida, é o maior dogma da nossa Fé!
Que um dia, quando formos chamados a viver na eternidade prometida em que acreditamos, O possamos compreender!
Até lá... que a chama da Fé nos faça crescer a cada segundo de vida!
Boas Festas natalícias, no Amor de Jesus Menino!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Advento e Família!



Quando se aproxima esta época do ano, surge uma agitação invulgar no seio das famílias que fazem tudo quanto podem de melhor para que o Natal, Festa Familiar por excelência, seja o melhor possível.

Sem querer, muitas vezes afastam-se do verdadeiro espírito adventício, pois em vez de se preocuparem com preparar os corações para neles habitar melhor Jesus Cristo, acabam por se preocupar com Árvores de Natal, Presépios, Pais Natal, encontros de amigos, refeições melhoradas e troca de prendas.

As ações de solidariedade multiplicam-se por toda a parte, e feitas com desinteresse próprio são um enormíssimo gesto de amor.

Mas… se tudo isto é Natal…  nada disto é o verdadeiro Natal!

Na época de crise que travessamos, apenas para alguns, diga-se de verdade, é urgente imbuir os corações do verdadeiro espírito de Natal. As pessoas têm que ir compreendendo, aos poucos, que Natal é, acima de tudo e antes de tudo, quando o AMOR acontece entre os homens. Amor sincero, ou seja, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, pois só assim Jesus se sentirá feliz nos nossos corações, onde Ele, realmente, quer nascer e permanecer!

Jesus nasceu numa Família, a Sagrada Família de Nazaré! Que ela proteja as nossas famílias para que sejam a sua imagem no mundo que tanto necessita de amor, compreensão, dedicação, carinho e paz!

Hermínia Nadais

terça-feira, 26 de junho de 2012

FAMÍLIA – vivencias e aprendizagens


Como a família não poderá nunca ser substituída por nenhuma instituição congénere, Catequese, Escola ou qualquer outra, deveria ser o lugar privilegiado de crescimento total do indivíduo, incluindo o aprofundamento das vivências do verdadeiro amor, ética moral e educação e vivências religiosas, no respeito pelas crenças dos pais, em plena liberdade.
A família é uma sociedade, e como tal, pais e filhos têm direitos e deveres, e o respeito deve ser mútuo.
Os pais deveriam ser exemplos de atenção, dedicação, compreensão, doação, aceitação e amor, e ter muito cuidado e persistência na educação e encaminhamento dos filhos para o cumprimento exato dos seus deveres de filhos e cidadãos do mundo, desde a mais tenra idade até à idade madura.
Um dos maiores problemas da educação é o respeito e a aceitação das escolhas dos filhos quanto ao caminho que pretendem seguir, ou seja, dentro de uma orientação precisa e de uma vigilância adequada levá-los a uma corresponsabilidade consciente na sua própria educação e maneira de ser, de modo a que seja possível uma escolha acertada da sua vocação específica.  
Esta forma de atuar não é fácil, mas é urgente e necessária. As crianças e jovens, desde a mais tenra idade, têm direito à companhia, relacionamento e assistência de um pai e uma mãe, duas figuras complementares que se amem entre si e os amem a eles pois só assim poderão clarificar convenientemente a sua identidade e conseguir uma personalidade madura e realizada.
Fala-se muito em educação sexual, mas adultera-se constantemente essa educação, pois vai-se limitando a ensinar a usar pilulas e preservativos e isso acaba por ser um incentivo à promiscuidade do sexo livre e paternidades precoces e indesejadas.
Fazer educação sexual é levar ao conhecimento da verdadeira personalidade masculina e feminina, diferentes e complementares. Cada pessoa, rapaz ou rapariga, antes de mais, tem que se conhecer a si mesmo e de se aceitar como é, de modo a poder lutar contra todos os seus defeitos e desenvolver todas as suas qualidades, para depois poder inteirar-se do conhecimento exato da forma de ser e agir do sexo oposto, para conseguirem, sem deixar de ser quem são, aceitar-se mutuamente e seguir cada um ou uma o caminho que entender mais conveniente à sua realização pessoal e ao bem-estar social, pois como seres sociais que somos, temos que pensar no bem-estar uns dos outros. Aqui entra o problema vocacional a que deve ser dada a maior importância.
Todas as vocações são dignas e dignificantes. Quando se fala em vocação, temos tendência a pensar de imediato nas vocações consagradas, padres, frades e freiras, e esquecemos o valor incomensurável de uma vocação matrimonial bem preparada para poder dar ao mundo as vocações consagradas por que tanto almejamos.
Não tenhamos dúvidas, as crises da família estão na raiz da falta de vocações consagradas.
A decisão de constituir família, ou seja, a escolha do casamento, não deve ser tomada de ânimo leve. Um relacionamento começa sempre por uma qualquer paixão ou gosto por uma qualquer qualidade do outro, mas se esse gosto não for transformado num mútuo querer e numa compreensão e aceitação constantes, pode esmorecer ou mesmo acabar. Por isso, o verdadeiro namoro deve começar no dia do casamento, onde é imensamente maior a descoberta do outro, com tudo quanto é, na realidade, pois a vida em comum debaixo do mesmo teto não dá para esconder nada. A aceitação e novidade deve ser permanente, “feita de cada um consigo mesmo e com o outro, e de ambos com Cristo, caminhando com Ele na mesma direção, amparando e guiando os filhos no mesmo sentido.”
Só deverá ir para o casamento quem estiver disposto a ser compreensivo, tolerante, a recomeçar muitas vezes do nada ou quase nada, a tudo fazer para a felicidade do outro, pois se esperamos que o outro nos faça felizes nunca o seremos de verdade. Por muito que se amem e  compreendam,  há sempre coisas que falham e temos que remediar com o elo de ligação entre os dois, Jesus Cristo, que ama a cada um como cada um é, e isso faz feliz qualquer pessoa que, se não for capaz de ser feliz sozinha (com Deus) não será feliz com mais ninguém.
Há que preparar muito bem os jovens para o casamento, pois as separações vão contra os direitos dos filhos. E ‘neste contexto, o desejo de ter um filho só se tornará direito se o casal estiver disposto a manter-se unido para o bem da criança que deles irá nascer’.

terça-feira, 19 de junho de 2012

A FAMÍLIA, O TRABALHO E A FESTA…


O VII Encontro Mundial das Famílias, realizado em Milão de 28 de Maio a 3 de Junho, teve o tema "A Família, o Trabalho e a Festa".
A Família é uma "comunidade natural fundada no matrimónio, que a Igreja sempre apresentou como lugar de encontro relacional, de enriquecimento mútuo e de pacto entre gerações"! É na Família que as pessoas se formam para a coesão e boa inserção social, pois é o lugar onde as crianças crescem, são educadas, adquirem os valores fundamentais da solidariedade, compreensão, aceitação, autonomia, respeito, responsabilidade e compromissos mútuos.
O amor é a raiz e base fundamental de qualquer família, pelo que a reestruturação das famílias terá de passar, impreterivelmente, pelo conhecimento, reestruturação e aceitação assumida da vivência do verdadeiro amor, e não ser formada a partir de paixões momentâneas e passageiras, tão inconsistentes e superficiais que não dão em nada, daí tantos divórcios.
Na Família, como comunidade que é, todos os elementos têm direitos e deveres, que urge identificar e por em prática, pois os conceitos de autoridade. liberdade, respeito e obediência têm que ser bem compreendidos  e vivenciados para não serem levados a esquecimentos ou exageros descabidos.
Temos de investir ao máximo na formação pessoal, em toda e qualquer idade que a pessoa possua, certos de que, sem uma formação pessoal muito bem cuidada, não há possibilidade sequer de nos compreendermos e aceitarmos a nós mesmos, e nunca poderemos saber coabitar convenientemente com quem nos rodeia.
O trabalho faz parte da pessoa humana para lhe assegurar a sobrevivência, pois onde não há dinheiro suficiente para uma vida condigna há conflitos, crises de relacionamento e falta de equilíbrio pessoal e familiar, e, consequentemente, falta de equilíbrio social.
Pelo exposto, o trabalho é imprescindível à vida, mas a vida não pode ser só trabalho! Os momentos livres são urgentes e necessários. A pessoa é um ser em relação que tem que velar pela compreensão de si mesma e do seu próprio bem-estar e do conhecimento e aceitação de todas as pessoas com quem convive, a começar pela Família.
Neste contexto, os tempos reservados ao descanso, se bem aproveitados, geram uma melhor compreensão da pessoa em si mesma e são fatores de coesão familiar em todas as suas dimensões, o que acaba por favorecer a sociedade. Por isso, na Família, têm que haver momentos de festa.
Agora… o problema vocacional que está na ordem do dia, tende a pensar de imediato nas vocações sacerdotais, religiosas e missionárias! Contudo, sem preterir estas tão sublimes vocações, têm que começar a valorizar-se ao máximo as vocações matrimoniais de onde saem todas as vocações.
Esfalfamo-nos em dar boa formação aos religiosos e padres, e esquecemo-nos de preparar bem os jovens para assumirem a constituição de uma família sólida e fecunda, que dê à sociedade homens e mulheres que, livres de preconceitos e amarras menos dignas, garantam as boas regras da moral e bons costumes. Um dos pontos fundamentais da Família é o direito à educação dos filhos, ajudando-os a crescer no respeito, amor e para o amor, uma vez que “a missão de todos os seres humanos é amar, compreendendo-se e doando-se mutuamente no pleno sentido da palavra”.
Se os Seminários e Institutos Religiosos têm de proporcionar boa formação e exemplo aos candidatos e candidatas ali acolhidos, tem que haver também uma formação pessoal muito bem cuidada para os jovens candidatos ao Matrimónio, pois nunca poderão vir a ser bons pais ou mães de Família se, pelo menos, não aprenderem a lidar com a enorme confusão que sempre houve e ainda há entre educação, respeito e obediência, conceitos que urge definir muito bem, para podermos garantir uma sociedade eficiente, estável e solidária.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Não há futuro sem família


Diz-se que a sociedade não está bem, e é uma realidade! Mas há muitos fatores que interferem nas dificuldades sociais que o mundo atravessa. A falta de valores provém de muitas situações que urge compor e recompor.
Durante imenso tempo a sociedade viveu debaixo de um clima de rigidez, absolutismo e obediência cega, tudo baseado num medo exagerado de tudo e de todos, inclusive de Deus, que nos era apresentado da forma grotesca com que os homens lidavam uns com os outros, com os mais influentes a tomar conta dos demais e a fazer deles tudo quanto fosse conveniente aos seus interesses, caprichos e vontades, com as mulheres mais do que submissas e tidas como objetos de adorno para os ricos e responsáveis por todas as atividades domésticas e educativas para os pobres.
Ainda assim, desde sempre houve homens e mulheres que se distinguiram pelos seus dotes especiais de amor ao trabalho, desprendimento, dedicação, caridade e amor ao próximo, nem sempre  aceites e compreendidos.
O tempo foi passando! E o analfabetismo ainda bem recente foi diminuindo. E enquanto que antigamente havia pouquíssimas pessoas letradas, agora é ao contrário, as pessoas iletradas são apenas as que não têm capacidade de aprender. E eram também pouquíssimas as pessoas que entravam nos estudos superiores, enquanto agora são poucas as que ficam de fora. E mesmo as que apenas vão tendo capacidades para trabalhos que não necessitam de grande saber e imaginação, até essas têm o ensino Técnico-Profissional para as fazer melhores profissionais e pessoas mais atentas e responsáveis.
O aparecimento generalizado da Imprensa, da Rádio e Televisão, e mais ainda dos Computadores, desmistificou muitas coisas que não eram de todo escondidas, mas também não eram sabidas por todos, e que agora aparecem a olho nú, e com imensa falta de formação adequada a muitas pessoas para as compreender e aceitar como convém.
A Escola, o Governo, a Igreja, os Professores, Padres, Freiras, Catequistas, seja lá quem for… ninguém está à altura de resolver esta questão tão séria de forma isolada.
É muito difícil de por em prática e acompanhar o desenvolvimento tecnológico e científico! A internet é um enormíssimo livro aberto onde muitos escrevem o que pensam  e outros tantos vão ler o que está escrito, muitos deles e delas sem qualquer preparação para o fazer e sem qualquer pessoa para os elucidar verdadeiramente do que leram. E aqui está o maior dos desencontros da sociedade consigo mesma, e os consequentes distúrbios com que nos defrontamos.
Até há pouco tempo eram muito acentuadas as diferenças entre as pessoas com cursos superiores ou não, e além destas diferenças de estado civil, era também necessário ser padre, monge ou freira para se poder ser considerada pessoa no caminho de santidade através de uma vida de estudo da Palavra de Deus, de oração, caridade e amor.  E a mulher era intelectual e tecnicamente desconsiderada, o que veio a verificar-se que não é verdade, pois a mulher não é em nada inferior ao homem, são, sim, ambos muito importantes, simplesmente diferentes e complementares.
O Concílio Vaticano II veio dizer-nos que a santidade é para todos, veio valorizar a ação dos leigos na Igreja e no mundo, veio dizer-nos que as vocações consagradas são urgentes e necessárias, uma vez que a Igreja tem de ter uma hierarquia para organizar o apostolado a realizar e tem de ter pastores e pessoas dedicadas ao seu serviço para uma melhor intensificação e orientação de trabalhos e realização de atividades, mas é urgente, acima de tudo, que a vocação matrimonial seja tida em conta, porque é dela que saem tanto os celibatários como os pais de família… é da família que saem todos os membros da sociedade. 
Sem famílias conscientes e responsáveis, a sociedade não encontrará um futuro promissor. 

sábado, 7 de abril de 2012

PÁSCOA/RESSURREIÇÃO


Páscoa é passagem da morte à Vida, é mudança para uma vida mais de acordo com a vontade de Deus.
A vontade de Deus é a felicidade de todo o homem;
Muitos homens perdem essa felicidade por trilharem, livremente, caminhos contrários aos que Deus traçou para eles, são esses os caminhos da perdição, é o que se chama de pecado;
Outros homens, sentem-se felizes por se julgarem nos caminhos de Deus. Ora, para que os homens possam trilhar as sendas que levam a Deus, Ele, Deus, terá que os prender nas amarras do seu Amor, porque, por si só, o homem nada faz, porque nada pode fazer. Esta verdade incontestável atribui a todos os cristãos uma responsabilidade infinita na obra redentora do mundo, pois o homem, sabendo-se de todo impotente, e reconhecendo a sua força e o seu amor como dádiva gratuita de Deus, deveria, nesta linha de pensamento, entregar-se à conquista incansável de outras almas para o mesmo amor que o atraiu tão docemente, oferecendo gratuitamente todo o seu ser (corpo, alma e coração), para que o Espírito de Deus possa fazer o resto em favor dos irmãos. Nenhum homem que ame verdadeiramente a Deus pode viver em paz tranquila, enquanto houver homens distantes dos caminhos do amor que são os caminhos de Deus.
Que a Família, Igreja Doméstica e base de toda a sociedade, seja também o pilar seguro do encaminhamento dos homens para Deus, a nossa Páscoa eterna!